28 agosto 2011

O acessorista killer


'' VÍDEO CENSURADO PELA ECAD''

Com o visual de um serial killer, o vocalista da Fresno (Lucas Silveira) lança o clipe Down- seu novo projeto solo. Inspirado em Quentin Tarantino, o personagem cria um aspecto sombrio durante a história. As luzes piscando, os prédios antigos e a qualidade da imagem colaboram para um clima de suspense.

Um elemento que achei bacana foi o serial killer de elevador. Ele só ataca mulheres sozinhas que estão indo para a balada. Essa parte me fez lembrar um pouco de Jack, o estripador. Não sei se alguém reparou, mas, os elevadores estão sempre descendo. É claro que isso foi intencional para fazer uma menção ao nome da música.

O clipe utiliza uma festa para quebrar o clima de tensão. Uma dúvida que ficou no ar foi: será que ele raptou as mulheres para matá-las ou levá-las para a festa dele? Vai saber.

Ana C.

23 agosto 2011

Simone Sims.

Imagine a mulher perfeita. Aquela que é o sonho de todos os homens. Uma mulher que não tenha imperfeições e o melhor: ela faz tudo o que você quiser. Agora feche o seu The Sims e volte para a vida real.

Essa é a história do filme S1MONE. O diretor Viktor Taransky após vários filmes fracassados, recebe de um desconhecido um programa de computador que irá mudar a sua vida. Esse software é capaz de criar a mulher perfeita(inclusive uma atriz). Usando essa artimanha, Viktor cria Simone que passa a ser um ícone do mundo pop. Além de atriz ela é modelo e cantora.

O filme faz uma ótima crítica aos meios de comunicação. Ele demonstra como a mídia manipula as coisas( no caso uma atriz) e transforma uma pessoa que nem existe num ícone mundial- quase uma Madonna para nós. O filme me fez analisar a seguinte questão : será que os ícones do nosso mundo são aquilo que a mídia realmente passa para nós? A resposta veio logo em seguida: NÃO.

Posso usar como exemplo o caso da cantora Amy Winehouse. Na época em que ela estava viva, a mídia tentava de todas as maneiras- e conseguiu- demonstrar que ela era uma drogada. Várias fotos dela em péssimo estado foram parar na internet, jornais/ revistas e televisão. Também, inumeras notícias foram publicadas com situações que queimavam a sua imagem.

Após a sua morte, Amy Winehouse virou um ícone musical. A pobre cantora que morreu de overdose e foi se juntar no céu rosa de algodão doce com Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrison. Todos pobres coitados que possuíam a maldição dos 27 anos.

Acredito que as estrelas da mídia de hoje são para algumas pessoas como os deuses gregos de antigamente. A imagem delas é tão bem trabalhada- isso eu tenho que admitir- que todas as imperfeições são camufladas. Talvez, daqui há 4 séculos, se o mundo ainda existir, algum pesquisador possa estudar a nossa sociedade e pensar que a Madonna era a Afrodite da nossa época.

E uma pequena observação: Assista ao filme.

Ana C.




19 agosto 2011

E agora, manolo?

Algumas pessoas costumam usar a expressão: cabeça vazia é oficina para o diabo. Admito que ultimamente eu tenho concordado com essa expressão. Se você analisar um pouco irá perceber que quando você faz muitas coisas e no final do dia você fica tão cansado que só pensa em dormir, você fica mais relaxado. Pelo menos comigo é assim.
Eu gosto de chamar de cansaço salvador. Não tem nada melhor do que chegar em casa mega cansada e só pensar em dormir ou comer quando se está com muita fome, beber quando se está com muita sede, ser feliz quando se está com muita tristeza.
Se eu fosse psiquiatra recomendaria para os meus pacientes com depressão o remédio ' faça alguma coisa'. Poderia ser vendido na farmácia em frascos simples de plástico. Quem sabe não seria a nova droga do século XXI?
Quer um conselho meu? Faça alguma coisa!!De preferência para algo que você goste.

Esse texto ficou um monologo brainstorming.

Trilha do post: The Smiths- Theres is a light that never goes out.




Ana C.

14 agosto 2011

(500) Days of Summer( 500 dias com ela) não é mais um filme de amor e sim um filme sobre o amor. Tom Hansen é um redator de cartões que após levar um fora de sua namorada Summer Finn, relembra todos os 500 dias que passou com ela.

O que me chamou atenção no filme foi o fato de que ele tem um final inesperado - principalmente se você for uma pessoa influenciada pelos finais da Disney- e faz com que você pense bastante sobre o que é o amor, se almas gêmeas existem e se o destino pode ser mudado. 500 dias com ela também passa a mensagem de que todo relacionamento serve como uma experiência de vida, mesmo que ele tenha sido um desastre.Particularmente, eu adorei a trilha sonora do filme. De The Smiths a Regina Spektor.

É um bom filme para assistir num sábado a noite.

Ana C.



12 agosto 2011

Quase Famosos.

Hoje eu irei começar uma nova coluna no blog. O nome é 'Quase Famosos', eu irei publica-la quando eu não estiver a fim de fazer um post decente. Os entrevistados serão amigos e conhecidos meus. As entrevistas irão possuir temas diversos.

A estrela da semana é o cineasta e ator Célio Sampaio. Ele deu a sua opinião sobre namoro virtual e a morte do orkut.
Célio Sampaio, você já teve um namoro virtual?

Não.

O que você tem a dizer sobre namoro virtual?

Eu acho que não tenho opiniao formada sobre. É pessoal de cada um. Eu acho que é complicado, da forma que sou não daria certo. Mas conheço casos que começaram assim e dão super certo.

Você acredita que as pessoas praticam relações sexuais na web cam?

Sim, conheço muita gente que praticou e pratica sexo virtual com a web cam.


Você acha que a tendência agora é o namoro virtual substituir o físico?

Não, o contato físico jamais poderia ser substituido mesmo que um namoro comece virtualmente ele acabará com o contato físico.

Você acredita que o Orkut irá morrer?

Talvez. O Facebook a cada dia tem ganhado mais usuários. Tudo é questão de modismo. Daqui há uns anos o Facebook vai ser substituído por outro.

Você acredita que o Orkut agora ficou limitado a pessoas da ''inclusão digital''?

Ah, eu não acho não. Isso é pejorativo demais. Acho que o Orkut agora é mais democrático do que era antes. Porque antes tinha o lance do convite. E agora não, qualquer um pode ter o que de certa forma é bom. Porque um dos grandes problemas dessa sociedade de informação é a exclusão digital. E de alguma forma é um meio de inserir essas pessoas embora que a internet é mais do que orkut.



Entrevista: Ana C.



















07 agosto 2011

Ética jornalística ou piada do Didi?


Essa tira saiu no jornal Extra( um jornal carioca) e da para perceber que de certa forma ela possui um conteúdo homofóbico. Não estou aqui para levantar bandeira, defender causa de ninguém. Eu achei curioso porque no mesmo jornal( no mesmo dia também) saiu uma matéria sobre os princípios jornalísticos das Organizações Globo. Por incrível que pareça um dos princípios era o de que nas redações eles aceitam todo o ''tipo de gente'', eles não julgam os empregados pela opção sexual, cor, religião, estado de origem e por ai vai... Achei bastante contraditório. Dai surge a pergunta: existe mesmo ética jornalística nas Organizações Globo?

Pense sobre a pergunta.

Se eu não voltar a postar no Blog é porque eu fui assassinada. Vocês podem até desconfiar por quem. Piada infeliz hahaha

Ana C.