19 agosto 2012

Notas em um rodapé.

Ando com O vento, por ai, sem saber ao certo para onde vou. Mudo de acordo com a velocidade que ele bate em meu corpo. Por que continuar sempre com a mesma rotina se essa vida é passageira? Viver presa em amarras, prisões, nunca foi o certo para mim. As minhas ideias mudam o tempo todo, sou a personificação da metamorfose ambulante de Rauzito. Passo por ai como o vento, vivo a minha vida como ele. Algumas pessoas me criticam por ser assim, mas afinal, o que seria a nossa vida se não um pequeno sopro? Quando você para e analisa, ela já terá acabado.

Para ler escutando:




Ana C.

Um comentário:

Célio Falconiere disse...

Texto perfeito! Adorei!.